Missão

Na qualidade de defensora e acolhedora dos abandonados e exclusão social de ministros com o apoio da Constituição das mantenedoras/instituidoras da CGM internacional, o Supremo Tribunal do Concílio Eclesiástico Internacional é a última fronteira de defesa do Instituto Democrático de Direito entre o Governo da CGM, os convencionais e igrejas cristãs independentes sobre a cobertura e investidura desta Convenção Global.

Para o cumprimento dessa responsabilidade, a sua constituição exige que sua jurisdição seja exercida por membros que detenham, além de notável saber eclesiástico, boa conduta social, reputação ilibada.

Em face disso, sua atuação pressupõe elevados padrões capazes de enxergar o justo e o correto na apreciação de qualquer ação desumanas e demais demandas de ordem moral, convencional e do direito como pessoas humana.

Por conseguinte, a atividade realizada por seus membros, cujo objetivo é viabilizar a entrega da dignidade aos cidadãos eclesiásticos, não pode prescindir de princípios e normas ético-profissionais que transpareçam à sociedade os valores da probidade, do decoro, da transparência, da impessoalidade, do profissionalismo e do respeito à dignidade da pessoa humana, entre outros.

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